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SOCIAL, CULTURAL E HUMANITÁRIO

REPÚBLICA FEDERAL DA ALEMANHA

O governo alemão tem problemas em realocar o grande número de refugiados que se dirigem ao país e ainda lidar com os que já se encontram no país. Mesmo assim, a chanceler alemã Angela Merkel, se posiciona como a principal figura política defensora do acolhimento dos refugiados na Europa, colocando a Alemanha à disposição de acordos que possam auxiliar na resolução da crise humanitária. Ela propôs soluções como a distribuição de cotas de acolhimento entre os países membros da UE e a revitalização da Regulação de Dublin, que determina que cada solicitação de asilo de um refugiado deve ser analisada pelo país que o refugiado entrou na UE. O problema da República em relação ao alto fluxo de refugiados que passou a receber, se mostrou claro em setembro de 2015, quando a Alemanha determinou o controle de parte de suas fronteiras com a França e a Áustria. O país chegou a impedir que trens com refugiados partissem de Viena, porque regiões alemãs haviam alertado para a incapacidade de lidar com o fluxo de refugiados naquele momento. O controle fronteiriço permanece e para impedir um fluxo desenfreado de refugiados por todo o norte da Europa, países vizinhos à Alemanha também fecharam suas fronteiras. A Alemanha, até o dia 15 de janeiro de 2016, já tinha recusado o recebimento de 1.854 refugiados. A posição atual defendida pela Alemanha , no que concerne à crise, é propor para a Turquia que o país se torne um “ Estado-Tampão” na entrada de refugiados na Europa e acolha todos aqueles que tentarem cruzar suas fronteiras, mediante uma ajuda de custo europeia.

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