SOCIAL, CULTURAL E HUMANITÁRIO
Em 2015, o país rejeitou 99% dos pedidos de asilo dos refugiados, tendo aceitado, em meio a mais de 10 mil pedidos, apenas três sírios, seis afegão, três etíopes e três cingaleses, mantendo a sua postura que é de certo receio ao recebimento de qualquer tipo de estrangeiros O Japão é um dos países que menos acolhe refugiados no mundo, possuindo apenas 2419 refugiados em seu território. O país faz doações consideráveis a Estados como a Síria e o Afeganistão, para ajudar a população afetada pelos conflitos, mas possui uma política bem restritiva no que diz respeito à recepção de refugiados em seu território. A justificativa oferecida por seu premiê é que o país precisa melhorar as condições de vida da sua população, principalmente a das mulheres e idosos, para depois começar a receber refugiados.
No Japão, a discriminação baseada em castas se manifesta como discriminação contra o Burakumin do Japão. Há cerca de 6 milhões de pessoas Buraku que vivem no Japão. O povo Buraku é um grupo japonês de minorias sociais, étnicamente e linguisticamente indistinguível de outros japoneses. Eles enfrentam discriminação no Japão por causa de uma associação com o trabalho uma vez considerado impuro, como animais de açougue ou curtimento de couro e seu lugar no sistema de castas japonês. Em particular, muitas vezes têm problemas para encontrar parceiros de casamento ou emprego.

